08 Agosto, 2011

A ORIGEM DA PALAVRA IRMÃO



Os membros da Maçonaria, unidos pelo Amor Fraternal, qualquer que seja o seu grau, dão-se o tratamento de "Irmão" . É o título que geralmente se dão, mutuamente , os religiosos de uma mesma Ordem e de um mesmo convento e também os membros de uma mesma associação.


Este tratamento existe em todas as sociedades iniciáticas e nas confrarias, onde o seu significado é a condição adquirida com a participação de um mesmo ideal baseado na amizade. É o tratamento que se davam entre si os Maçons operativos.


A origem do cordial tratamento de "Irmão" afirma que este tratamento foi adotado e nunca mais olvidado pelos maçons, desde os tempos de Abraão, o velho patriarca bíblico. Reza a história que estando ele e sua mulher SARA no Egito, lá ensinavam as sete ciências liberais ( Gramática, lógica e dialética , matemática , geometria astronomia e música ) , e contou entre os seus discípulos com um de nome Euclides. Tão inteligente que não demorou nada em tornar-se mestre nas mesmas ciências, ficando por isso bastante afamado como ilustre personagem.


Então Euclides, a par com suas aulas, estabeleceu regras de conduta para o discipulado; em primeiro lugar cada um deveria ser fiel ao Rei e ao país de nascimento; em segundo lugar, cumpria-lhes amarem-se uns aos outros e serem leais e dedicados mutuamente. Para que seus alunos não descuidassem destas últimas obrigações, ele sugeriu aos mesmos que se dessem, reciprocamente, o tratamento de "Irmãos" ou "Companheiros".


Aprovando inteiramente esse costume da escola de Euclides, a Maçonaria resolveu sugeri-lo aos seus iniciados, que receberam-no com todo agrado, sem nenhuma restrição, passando a ser uma norma obrigatória nos diversos Corpos da Ordem.


De fato, traduz uma maneira de proceder muito afetiva e agradável a todos os corações dos que militam em nossos Templos. Assim passaram os Iniciados ao uso desse tratamento em todas as horas, quer no mundo profano, quer no maçônico.


O Poema Regius, que data do ano de 1.390, aconselha os operários a não se tratarem de outra forma senão de "meu caro Irmão". Por isso o tratamento de Irmão dado por um Maçom a um outro, significa reconhecimento fraternal, como pertencente à mesma família. Os Maçons são Irmãos por terem recebido a mesma Iniciação, os mesmos modos de reconhecimento e foram instruídos no mesmo sistema de moralidade.


Além da amizade fraternal que deve uni-los, os Maçons consideram-se irmãos por serem, simbolicamente, filhos da mesma mãe, a Mãe-Terra, representada pela deusa egípcia Ísis, viúva de Osíris, o Sol, e a mãe de Hórus. Assim os Maçons são, também, simbolicamente, Irmãos de Hórus e se autodenominam Filhos da Viúva.


Durante a Iniciação quando o recipiendário recebe a Luz, seus novos Irmãos juram protegê-lo sempre que for preciso. A partir daquele momento, todos que a ele se referem o tratam como Irmão. Os filhos de seus novos Irmãos passam a tratá-lo como "Tio" e as esposas de seus Irmãos passam a ser sua "Cunhada". Forma-se nesse momento um elo firme entre o novo membro da Ordem e a família maçônica.


A Maçonaria não reconhece qualquer distinção entre raças, crenças, condições financeira ou social entre seus obreiros. Há séculos vem a Sublime Instituição oferecendo a oportunidade aos homens de se encontrarem e colherem os frutos do prazer de conviver sempre em paz, em união e concórdia, como amigos desinteressados, dentro de um espírito coletivo voltado à prática do bem, guiados por rígidos princípios morais, sem desavenças e dissensões.


Os membros de nossa Ordem aprendem a destruir a ignorância em si mesmo e nos outros; a ser corajosos contra suas próprias fraquezas, lutar contra seus próprios vícios e também contra a injustiça alheia. São estimulados a praticarem um modo de vida que produza um nível elevado em suas relações com seus Irmãos, aos quais dedicam amizade sincera e devotada. São fieis cumpridores de todo dever cujo cumprimento lhes seja legalmente imposto ou reclamado pela felicidade de sua Pátria, de sua Família e da Humanidade.


Jamais abandonará sua prole, seus Irmãos e seus amigos, no perigo, na aflição ou na perseguição. Sobre o coração do Maçom está o símbolo do amor, da amizade, da razão serena e perseverante.O que o distingue na vida profana é sua aversão à iniqüidade, à injustiça, à vingança, à inveja e à ambição, sendo ele constante em fazer o bem e em elogiar seus Irmãos.


O verdadeiro Irmão é aquele que interroga sua consciência sobre seus próprios atos, pergunta a si mesmo se não violou a lei da justiça, do amor e da caridade em sua maior pureza; se não fez o mal e se fez todo o bem que podia; se não menosprezou voluntariamente uma ocasião de ser útil; se ninguém tem o que reclamar dele. E quando não tem uma palavra que auxilie, procura não abrir a boca...( Se for falar, cuida para que suas palavras sejam melhores que o seu silêncio )


O Irmão, possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperança de recompensa, retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte, e sacrifica sempre seu interesse à justiça.


Ele é bom, humano e benevolente para com todos, sem preferência de raças nem de crenças, abraça o branco e o preto ( pois não é a cor, mas sim o talento e a virtude que faz um homem elevar-se por sobre os demais), o rico e o pobre, o jovem e o velho, o sábio e o ignorante, o nobre e o plebeu, porque vê Irmãos em todos os homens.


Porém, devemos observar que nem o rico, o príncipe ou o sábio, devem "descer" para o nivelamento. Não descendo ao nível deles mas, sim, ajudando-os a se levantarem e poderem melhor enxergar o horizonte. É caminhando que se faz o caminho. Pensando, agindo , sentindo, sofrendo , aprendendo e corrigindo.Fazendo melhor em seguida. Se comprometendo a sempre ensinar aos capazes , o que se aprendeu. Capacitando-os. Perpetuando a GNOSE adquirida. ..


Quem deverá "subir" é o pobre; pobre no sentido de ser CARENTE . Acontece de existir entre os ricos de recursos materiais, os pobres de sabedoria , ignorantes de conhecimento, de altruísmo e complacência.


O verdadeiro Irmão não tem ódio, nem rancor, nem desejo de vingança; Compreendendo , nem condena. Portanto perdoa , e anula as ofensas, e não se lembra senão dos benefícios que já tenha recebido, porque sabe que com a mesma sábia compreensão que deixou de condenar , assim será tratado intimamente , na sua própria causa de compreensão, como réu de sua consciência , quando essa lhe julgar.


Não se compraz em procurar os defeitos alheios, nem em colocá-los em evidência. Se a necessidade a isso o obriga, procura sempre motivar o bem que pode atenuar o mal. Não se envaidece nem com a fortuna, nem com as vantagens pessoais, porque sabe que tudo o que lhe foi dado apenas o direito da posse , pertence ao mundo . e por poder dessa força natural , se desmerecido, tudo pode lhe ser retirado.


Se a ordem social colocou homens sob sua dependência, ele os trata com bondade e benevolência, porque são seus iguais perante o Grande Arquiteto do Universo; usa de sua autoridade para erguer-lhes o moral e não para os esmagar com o seu orgulho; evita tudo o que poderia tornar sua posição subalterna mais penosa.


O subordinado, por sua vez, compreende os deveres da sua posição, e tem o escrúpulo em cumpri-los conscienciosamente.


O verdadeiro Irmão respeita em seus semelhantes todos os direitos dados pelas leis da Natureza, como gostaria que os seus fossem respeitados. Aplicando os ensinamentos maçônicos, tanto no interior dos Templos como no seio da sociedade profana, dentro de suas possibilidades, colabora para a edificação do Templo da civilização humana.


Afinal, se cultiva a liberdade, a igualdade e a fraternidade, tem por obrigação, abrir mais os seus braços, entrelaçar seus Irmãos e oferecer sua convivência fraterna, sua influência, seu trabalho de auxílio, com harmonia, paz, concórdia e fraternização, dentro e fora do Templo.


Enfim, o verdadeiro Irmão saberá fazer o Bem sem ostentação, mas não sem utilidade para todos. Onde quer que o pobre reclame o combate sem descanso aos exploradores dos fracos, o auxílio e proteção à criança ou à mulher, o Irmão é obrigado a fazer obra maçônica. É-lhe proibido fechar os olhos aos deserdados da sorte.


Porém, só quando se encontra revestidos de todas essas virtudes é que pode dizer:"Meus Irmãos como tal me reconhecem" - frase mais ouvida e citada dentro da Loja e também fora dela - como forma de identificação.


Curioso, no entanto, é que ao sermos reconhecidos como irmãos o outro abre o sorriso e os braços, como se fosse um velho conhecido. Esse é um sentimento de irmandade, é muitas vezes, mais forte que entre Irmãos de sangue.


Nossa Ordem precisa de Irmãos verdadeiros, aqueles que tem orgulho de pertencerem à Sublime Instituição e estão dispostos a sacrifícios pessoais em benefício da mesma.


O Grande Arquiteto do Universo, que é D’US, ouve nossos rogos e nos mostra o caminho que a Ele conduz, continue a nos proporcionar a dádiva da aproximação de valorosos Irmãos que nos socorrem em nossas dificuldades, se interessam por nós, nos escrevem, telefonam para saber como estamos, trocam e-mails e assim, não nos deixam experimentar a depressão e a solidão.


Nossas Lojas Maçônicas são portos seguros, colos de mãe para enxugamento das lágrimas e o consolo de nossas dores, num ambiente de luz, paz e amor, pois é sublime reunir em seu seio, católicos, evangélicos, espíritas, muçulmanos, judeus, budistas, e a todos dizer: " Aqui vossas disputas não encontrarão eco. Aqui, não ofendereis a ninguém e ninguém vos ofenderá".


Meu Irmão, se eu me esquecer de você, nunca esqueça de mim! Conte comigo. Eu conto contigo. "O maior cargo em maçonaria é o de verdadeiro Irmão".


Irmão Sansão

25 Abril, 2011

MÃE, EXPLIQUE-ME, O QUE É MAÇOM?

(desconheço o autor)



- Mãe, explique a mim, com bastante clareza, o que é Maçom?



- Que cuidado te dá nisso, meu filho?

-Meu pai é Maçom, é justo que eu saiba!

A mãe, com grande ternura e afeto, passando-lhe as mãos puras pelos cabelos, fê-lo sentar-se ao seu lado e começou a narrar a bela e verdadeira descrição:

- Maçom, meu querido filho, é um homem instruído, homem de boa conduta, que não permite que nenhuma má paixão vibre em seu coração, que também não admite que em seu cérebro nasça sequer uma idéia de injustiça ou de maldade, que procura sempre a verdade e, por sua conduta ou honradez, se mostra um exemplo.

Em qualquer causa, atua como justo.
Considera o lar, um Templo.
É um estudioso que não se cansa de aprender, respeita todas opiniões.
É contrário a todas opressões, ao humilde, dá a sua mão.
Cumpre com os deveres do lar, conserva como virtude material, a caridade.

Abomina o mal, está sempre pronto para correr em defesa da virtude, ampara os velhos e dá conselho aos jovens.
Perdoa toda ofensa e sua grande obra, é atingir a perfeição do homem, que despeito de todos os escrúpulos, ninguém isenta de defeitos.

De qualquer forma, meu filho, creio que defini a personalidade de um Maçom, porque, tracei-te o retrato de teu pai.

O menino, beijando sua mãe, agradecido, sussurrou-lhe no ouvido:



- MÃE! “TENHO ORGULHO DE MEU PAI”

22 Março, 2011

UMA LENDA MAÇÔNICA DO TEMPO


Um dia um velho pedreiro, livre e de bons costumes, sentado em uma pedra bruta, pôs-se a pensar sobre sua vida e sobre o seu trabalho de edificação numa bela cidade.


Como em um passe de mágica, o tempo começou a se mover, tudo ao seu redor começou a girar, e o pedreiro se viu dentro de um grande vórtice, onde o tempo caminhava para trás. Logo, em seguida, percebeu que estava em sua consciência o poder que fazia mover o tempo. Foi quando de repente, o tempo parou, tudo a seu redor eram trevas, havia silêncio, apenas uma voz inaudível falava em diálogo mudo em sua consciência. A voz do silêncio era sua única companhia. Naquele momento o silêncio lhe falava de um caminho que devia seguir e, que nela faria muitas viagens.


Gira mais uma vez o tempo, agora começa a se movimentar para frente, um vórtice lento se forma, mais tudo era escuridão. De repente, uma voz poderosa rasga o silêncio em meio a escuridão, dizendo: “Faça-se a Luz”, e um novo ritmo se estabeleceu. No meio de sons de batidas a voz disse: Sic trasit gloria Mundi”, e a luz rompeu as trevas de sua consciência.


Em meio a um cataclisma emocional, atordoado pelo barulho e ferido pela luz, veio a surpresa.
Entre os raios de luz que ofuscavam seus olhos, reconhecia amigos e cada um lhe apontava uma aguçada espada. E a voz que habitava o oriente brandou dizendo: “Não vos assusteis. Estas espadas a vós apontadas, significam que estão prontas a vos defender, mas também zelarão pela lei, caso vos falteis para com ela”.


Nesse momento, o tempo avançava novamente e tudo ao seu redor começava a girar, e ele viaja mais uma vez no tempo e, quando o tempo parou, lá estava ele se vendo como um Aprendiz nos mistérios da Edificação. Tinha no peito um grande orgulho e, uma motivação que transparecia no seu semblante. Faceiro, orgulhoso incansável de seu ofício, com braço firme, cheio de força, desferia o malho sobre o cinzel que apontava a pedra bruta.


Ao seu lado, incansável, o seu Mestre que lhe ensinava com satisfação todos os segredos do ofício, do empunhar do cinzel ao traçar da régua. Tudo tinha que ser justo e perfeito. O Mestre era rigoroso e tinha consciência da necessidade de agir como tal, porém era brando, paciente e muito tolerante.


O Mestre ensinava seu ofício com habilidade e sabedoria, transmitindo confiança e motivação a seus aprendizes. Ensinava que do conhecimento nasce a perfeição e, desta advém o equilíbrio. Ensinava, ainda, que a pedra teria que ser bem escolhida para poder ser bem trabalhada. Suas dimensões bem definidas e suas arestas bem aparadas, pois, a beleza da construção do edifício dependia desse trabalho. Era preciso conhecer, muito bem cada detalhe, do empunhar do cinzel ao golpe do maço, pois um desvio do cinzel ou uso errado da força, a pedra semidesbastada se tornaria bruta novamente. Na execução desse trabalho, ensinava que o corpo, a mente e razão deveriam tornar-se uma só entidade. O Mestre ensinava, ainda, que a majestade e a resistência do edifício está na dependência das bases onde foi construído. Somente uma base sólida é capaz de substituir à ação do tempo.


Assim, destacava que apenas um bom pedreiro constrói com perfeição e, que só um bom Aprendiz chega a se tornar um bom Mestre, porque só ensina aquele que, bem aprende, quer e tem competência.


Era uma grande escola, ali se ensinava verdadeiramente a Maçonaria.


Por Moacir José Outeiro Pinto

"Se o dinheiro for a sua esperança de independência, você jamais a terá. A única segurança verdadeira consiste numa reserva de sabedoria, de experiência e de competência."
Henry Ford

13 Dezembro, 2010

Andre Rieu - Brasil Symphony



Vejam o Gran Finale SURPREENDENTE da orquestra de André Rieu no Teatro Albert Hall em Londres .
Emocionante. Impressionante. Ver e ouvir o Embaixador das Valsas e sua orquestra terminarem um espetáculo com uma homenagem dessas é fantástico. Aumenta a expectativa dos brasileiros pela prometida vinda dele ao Brasil. O Gran Finale desse concerto em Londres é a exaltação à alegria da música brasileira. Alegria que contagia. A prova está nos rostos de todos: músicos e público. Levantar e dançar irradiando felicidade num espetáculo clássico em Londres não é pouca coisa. É algo mágico. É puro transe proporcionado pela emoção da musicalidade da alma dos presentes. Um espetáculo ímpar. O Gran Finale dobrou a sisudez britânica e virou uma apoteose bem brasileira. Ver o vídeo é a oportunidade de compartilhar dessa emoção. Emoção multiplicada pelo nosso orgulho brasileiro.

02 Fevereiro, 2010

OS BRASILEIROS RECLAMAM DE QUÊ?...



Os Brasileiros...


- Falam no celular enquanto dirigem;
- Trafegam pela direita nos acostamentos num congestionamento;
- Param em filas duplas, triplas em frente às escolas;
- Saqueiam cargas de veículos acidentados nas estradas;
- Estacionam nas calçadas, muitas vezes
exatamente debaixo de placas de proibição
;
- Estacionam em vagas exclusivas para deficientes
ou idosos
;
- Subornam ou tentam subornar quando são pegos cometendo infração;
- Violam a lei do silêncio;
- Dirigem após consumirem bebida alcoólica;
- Furam filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas;
- Espalham mesas e churrasqueiras nas calçadas;
- Pegam atestados médicos sem estar doentes, só para faltar ao trabalho;
- Fazem gato de luz, de água, TV a cabo e banda-larga;
- Registram imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos;
- Compram recibos para abatê-los na declaração do imposto de renda;
- Mudam a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas;
- Quando viajam a serviço pela empresa, se o almoço custou 10 pede nota de 20;
- Comercializam objetos doados nessas campanhas de catástrofes;
- Adultera
m
o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado;
- Compram produtos piratas com a plena consciência de que são piratas;
- Substituem o catalisador do carro por um que só tem a casca...
- Diminuem a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem;
- Emplacam o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA;
- Freqüentam os caça-níqueis e fazem uma fezinha no jogo de bicho;
- Levam das empresas onde trabalham, pequenos objetos como clipes,
envelopes, canetas, lápis... como se isso não fosse furto;
- Comercializam os vales transportes e vale refeição que recebem das empresas onde trabalham;
- Falsificam tudo, tudo mesmo... só não falsificam aquilo que ainda não foi inventado...
- Quando voltam do exterior, nunca falam a verdade quando o policial pergunta o que trazem na bagagem...
- Quando encontram algum objeto perdido, a maioria não devolve;
- etc., etc., etc...

E querem que os políticos sejam honestos
???

Estes políticos que aí estão não são estrangeiros... Saíram do meio desse mesmo povo. E esse mesmo povo os elegeu...


Nós todos precisamos mudar, urgentemente!


Não adianta só mostrarmos erros em politicos...precisamos ser mais politizados e honestos também!


(Autoria Anônima)

21 Janeiro, 2010

O MÍSTICO



Paulo Cultura

O Místico
entre Deus e o diabo
causador do teu amor e felicidade
causador do teu ódio e infelicidade.
Ele é como brisa
ele é como o furacão.
O maior entre os maiores
o menor entre os menores.
O causador dos teus sonhos
O provocador da tua realidade.
O que tu pensaste agora
Ele já pensou antes, muito antes...
A pureza dos seus atos
A exatidão das suas palavras
Leva-te a pensar que ele é louco.
Mas, lá no fundo, no fundo...
Da profundidade d'alma
Ele é teu protetor
Ele é teu cobertor
Ele é o equilíbrio
Entre o ser e o não ser
Entre o bem e o mal
Entre a tua tristeza e tua alegria.

Paulo Alexandre da Silva foi poeta,

membro do Grêmio Literário Cabense

e atual patrono de uma das cadeiras da Academia Cabense de Letras.

30 Dezembro, 2009

RESUMO COMENTADO DO SIMBOLO PERDIDO E A CARTA DE DAN BROWN À MAÇONARIA.


O último romance de Dan Brown, O simbolo perdido, já chegou às livararias do Brasil. As diversas passagens narradas no livro e a realidade dos fatos que envolvem maçons e maçonaria comprova uma disparidade explícita. Diante da incredulidade dos leitores maçons ou não, o escritor enviou uma carta à Maçonaria dos EUA [...]


Como recebi uma cópia desta carta por e-mail, de um membro regular da Instituição maçônica, não tive dúvidas quanto a veracidade da mesma. Mesmo assim procurei checar informações através dos sites exclusivamente maçônicos. Um deles, que julgo ser um dos mais sérios com referência fidedigna perante a Maçonaria mundial é o Pietre-Stones Review of Freemasonry, e lá estava uma cópia do original da carta. Acontece que, Brown havia sido convidado para a Sessão Bi-anual do "Ancient Accepted Scottish rite" (Rito Escocês Antigo e Aceito) - jurisdição sul de Washington - que é o praticado no Brasil, a fim de debater o conteúdo do livro. Nesta carta (ver original e tradução abaixo) o autor se desculpa de sua ausência devido estar muito ocupado com a divulgação da obra e reconhece a importância da Ordem Iniciática.



Acontece também, que nesta semana recebi de presente do meu filho, um exemplar da revista Super Interessante (edição 272) que tráz um resumo comentado do Simbolo Perdido, além da publicação de um texto Desifrando a Maçonaria (pg. 64) que pretendo cometar mais tarde. Por ora, vamos ao resumo.



Ainda não li o livro, a Super destaca alguns trechos da obra apontando o que é verdadeiro com relação ao que está escrito.



Trechos destacados:


- O vilão tatuado chamado Mal'akh, bebe vinho em um crânio humano. Ele tem um plano que é expor maçons poderosos e arruinar o Estado americano (em vista que muitos presdentes dos EUA foram maçons e a capital Washington fora construída conforme a filosofia maçônica).


- O personagem Robert Langdon, simbologista, que acredita que vai dar uma palestra no Capitólio a convite do maçon Peter Solomon que é sequestrado por Mal'akh, de quem Langdon só encontra a mão direita.


- Langdon explica à segurança e à CIA que o Capitólio contém uma infinidade de símbolos maçônicos. Alguns sugerindo que George Washington é Deus. Langdon conclui que que foi convocado para uma Gincana: salvar a vida de Solomon, e precisa encontrar uma lendária pirâmide maçônica e descobrir uma palavra perdida.


- Depois de alguns contratempos, no enredo aparece a irmã de Solomon, Katherine, "autoridade em ciência noética (?). Mal'akh explode seu laboratório mágico. A dupla Katherine e Langdon decifram códigos e enigmas que o levam a uma casa misteriosa, que pertence ao vilão que prende e esfaqueia Katherine e joga Langdon em um aquário - revela que "a pirâmide está na Casa do Templo, um centro maçônico para onde partem Mal'akh e Solomon - ele está vivo! Langdon também está: o tanque não tinha água, mas um líquido respirável."


- No terraço Mal'akh ameaça: se Solomon não revelar a "palavra perdida" colocará na rede um "vídeo de poderosos participando de um ritual de Maçônaria. Solomon revela a palavra e o vilão tatua na cabeça.


- E no "mata-não-mata, quando chega a CIA de helicóptero, destroem a torre que transmitiria o vídeo proibido dos maçons e quebram vidraças, cujos estilhaços matam Mal'akh."


- No decorrer do romance é revelado que Mal'akh é filho de Solomon que lhe dá a palavra falsa, "mas revela a verdadeira a Langdon. Na verdade não é uma palavra, mas um símbolo. Perdido,claro. Visto do alto, o monumento se parece com um círculo com um ponto no meio. Qual o siginificado de um círculo com um ponto no meio? Segundo Dan Brown, é um lembrete de um ensinamento escondido a olhos vistos nos livros sagrados: todos os homens podem ser divinos."



Comentários sobre os trechos destacados:


- Mal'akh em hebraico: "anjo".


- "Rituais maçônicos têm caminhadas com vendas e lâminas contra o peito, mas nada de drinques de sangue."


- A palavra simologista é uma invenção de Dan Brown - Quem estuda símbolos é um semiólogo. Como o selo na capa do livro.


- "Langdon diz que os fundadores da América não eram cristãos, mas deístas, e tinham o objetivo de fundar uma nova religião, inspirada na Antiguidade. Mas os historiadores, menos empolgados, encaram as referâncias à Antiguidade clássica presentes nas homenagens a George Washinton, que morreu em 1799, coerentes com as estética neoclássica da época. Em obras de arte, o herói da nação foi retratado como um legislador grego e como Zeus. O quadro Apoteose de Washinton, de 1836, mostra o primeiro presidente dos EUA cercado por figuras da mitologia - esse afresco pode ser visto no teto do Capitólio."


- "Bem abaixo da cúpula fica a sala ocnhecida como a Cripta do Capitólio. Ela deveria abrigar o corpo de George Washinfton, o que nunca aconteceu, e hoje é um museu. Não existe ali a sala maçônica descrita no livro. Mas há, de fato, um compasso talhado no chão, marcando o centro exato da cidade."


- A personagem noética brinca que o pessoal irá pesquisar na Internet sobre "ciências noéticas". Nem vale o googlada - "o Instituto de Ciências Noéticas foi fundado em 1973 peo astronauta Edgar Mitchel (missão Apolo 14), fora Dan Brown ninguém leva a sério este instituto.


- A sede do Rito Escocês da Maçonaria nos EUA é um prédio retangular com uma cúpula, o que dá a impressão de uma pirâmide - "Dan Brown forçou a barra."


- O que parece ficção mas é verdade é o líquido respirável, onde Langdon fica preso. Chama-se "câmara de ventilação líquida total" em teste nos EUA há 45 anos.


- É verdade que governadores, senadores e congressistas americanos são maçons. Mas, se não divulgam esta condição, também mantem-se discretos quanto a isso. "Dificilmente um video abalaria os pilares dos EUA. Só Obama bebendo vinho em caveira." (Aqui cabe uma ressalva. Beber em um crânio, como fora dito, não existe. Mas, o presidente atual dos EUA comprovadamente é um iniciado).


- Quanto à faca de Abraao, ninguém sabe ao certo se é ficção ou realidade. "Não tem base nem nos mitos judaicos ou cristãos."



- Por fim o simbolo perdido não é chave para nada. "No fundo a chave está dentro de cada um."



Aqui termina o resumo comentado da revista do romance de Dan Brown, que se refere no final ao filme 2012. Também na área da ficção.



Aos Convidados da Jurisdição Sul.

É uma grande honra para mim ser convidado a saudá-los mediante esta carta. Esperava poder estar com vocês esta noite pessoalmente, porém o lançamento do meu livro “O símbolo perdido” me manteve longe de Washington.

Nas últimas semanas, como poderiam imaginar, me preguntaram várias vezes o que me atraiu tanto dos maçons como para fazer deles o ponto central do meu novo livro. Minha resposta é sempre a mesma: “Em um mundo onde os homens batalham a propósito de qual definição de Deus é a mais acertada, não acho palavras para expressar adequadamente o profundo respeito e admiração que sinto por uma organização na qual homens de crenças diferentes são capazes de “partilhar o pão juntos” num laço de fraternidade, amizade e camaradagem."

Por favor, aceitem meus humildes agradecimentos pelo nobre exemplo que constituem para a Humanidade. É o meu sincero desejo de que a comunidade maçônica reconheça “O Símbolo Perdido” como o que na realidade é: um intento honrado de explorar reverentemente a história e a beleza da Filosofia Maçônica.

Sinceramente,

Dan Brown

21 Dezembro, 2009

ACÁCIA AMARELA






Luíz Gonzaga/Orlando Silveira


(tango – dedicado à Maçonaria)





Ela é tão linda é tão bela


Aquela acácia amarela


Que a minha casa tem


Aquela casa direita


Que é tão justa e perfeita


Onde eu me sinto tão bem


Sou um feliz operário


Onde aumento de salário


Não tem luta nem discórdia


Ali o mal é submerso


E o Grande Arquiteto do Universo


É harmonia, é concórdia


É harmonia, é concórdia.

15 Dezembro, 2009

A letra "P" - Apenas a língua portuguesa permite escrever o texto abaixo:



Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. – Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai – proferiu Pedro Paulo – pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo pereceu pintando... Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.

11 Dezembro, 2009

ORAÇÃO DO PAPA JOÃO XXIII PELOS MAÇONS



Senhor e Grande Arquiteto:
Nós nos humilhamos a Teus pés e invocamoso Teu perdão pela heresia que, no curso dos séculos, nos impediu de reconhecer em nossos Irmãos Maçons,
os Teus seguidores prediletos.
Lutamos, sempre contra o livre pensamento,
porque não havíamos compreendido que o primeiro dever de uma Religião, como afirmou o Concílio, consiste em reconhecer o direito de não se crer em Deus.

Havíamos perseguido todos aqueles que,
dentro da própria Igreja, haviam se distanciado do caminho da Verdade, inscrevendo-se nas Lojas, desprezando todas as injunções e ameaças.

Havíamos, impensadamente, acreditado que um sinal da Cruz pudesse ser superior a três pontos formando uma pirâmide.
Por tudo isso, nos penitenciamos, Senhor e como Teu perdão,
Te rogamos, nos faça sentir que um compasso, sobre um novo altar,
pode significar tanto quanto velhos crucifixos.

Amém.


( Publicada em 08/09/1966 pelo Jornal de Genéve e, emportuguês no DIário do Congresso Nacional Brasileiroem 03/04/1971 - Senador Benedito Ferreira )

Fonte: Boletim Oficial do Grande Oriente de São Paulo -Governo da Maçonaria Paulista - Noticiário Culturale Social em 08-outubro-1998( E.'. V.'. ) No. 2315 -Ir.'. Milton V. Serra - Gr.'. Secr.'. Adj.'.de Finanças do GOSP .

09 Dezembro, 2009

MAÇONS COBRAM ÉTICA NA POLÍTICA


“Estamos vivenciando a pior das crises de nossos tempos. Nossa nação é espoliada e grande parte da população está desanimada, frente à contínua e histórica prática de alguns políticos. A política – arte constitucional de transformar e melhorar as condições de vida da população – é considerada por muitos a arte da mentira e da fraude. A sociedade há muito espera uma manifestação dos maçons frente a este caos social. Neste Manifesto de Santa Cruz, nós maçons viemos responder aos anseios da população. Até quando aceitaremos que pessoas mal intencionadas, não comprometidas com o bem-estar geral da nação, continuem administrando e governando de forma irresponsável os rumos de nossa pátria? Até quando assistiremos estes senhores cometerem as mais absurdas medidas? Passam-se os anos e nosso povo continua analfabeto, sem emprego, com fome e morrendo nas filas dos SUS, nossos aposentados sofrendo nas filas intermináveis do INSS. Não se admite que faltem médicos nos hospitais públicos e sobrem funcionários e serviçais de políticos pagos com o dinheiro dos nossos impostos. Nós, maçons, não aceitamos que uma lacuna jurídica reconduza a seus postos agentes públicos condenados por corrupção. Em Brasília, a conhecida prática de renúncia para não perder o mandato e poder ser reeleito, não pode mais ser aceita! Somos agentes da história. Conclamamos a todos que acreditam que a nossa nação não pode ser mais surrupiada, a caminhar conosco, em busca da volta dos princípios basilares da Honestidade, Ética e Verdade. Sociedade! Nós maçons, homens livres, de bons costumes, estamos caminhando e defendendo a causa de nosso Brasil. Esperamos que nossas palavras não se percam com o vento, e sim encontrem eco nos corações e mentes de todos os verdadeiros brasileiros, participando conosco deste momento, da mesma maneira como no passado. Nós maçons estamos dispostos a contribuir para a história de nosso querido Brasil. O Brasil não é para poucos e, sim, para todos os brasileiros! O mundo depende daqueles que acreditam na beleza dos seus sonhos. Sonhemos com um novo Brasil.”

16 Outubro, 2009

DIANTE DE TUDO QUE OBSERVAMOS...

NÃO HÁ MAIS ESPAÇO...
João Sávio Sampaio Saraiva

Em nossa vida não há mais espaço para a convivência com mediocridades.
Não há mais espaço para a participação em reuniões onde se exibem egos edemaciados.
Não há mais espaço para se tolerar exibicionismos, onde há uma repetição de situações, que na verdade, nada mais é que o massageamento do próprio ego, com o sacrifício de outrem.
É obsoleta a figura do invejoso pretendendo abater quem ele admira, através de atalhos, querendo seu espaço, suas conquistas, seu talento, sua sorte.
Não há mais espaço para projetos megalomaníacos, nem para conferências com objetivos fantasiosos e inatingíveis.
Não há mais espaço para encontros intermináveis, onde se discute estatutos, normas, procedimentos, regimentos internos, principalmente, quando sentimos na própria pele o seu distanciamento da realidade praticada.
Não há mais espaço para se suportar desvios psicológicos de pessoas que, apesar da idade cronológica, nunca conseguiram de fato desbastar suficientemente a pedra bruta, permanecendo imaturas.
Não há mais espaço para se ver o tempo passar em reuniões de disputas inconseqüentes e vazias.
Não há mais espaço para a tutela de pessoas que não se aceitam e que, em função dos juramentos, se aturam, quando intimamente se repelem.
Não há mais espaço para presenciar os comentários insólitos de quem não se dignifica em falar, olho no olho, preferindo assaques sorrateiros.
O momento é de simplicidade, entendimento, de somação, de busca conjunta, sem esquecer o que disse Gandhi “Grandes objetivos podem ser alcançados com extrema dose de humildade, onde encastelamentos feudais, proteção mútua e conchavos, nada resolvem”.
Porém, há muito espaço para gente humana, muito humana, que aprende com seus erros e tem na vitória um momento de reflexão, não fugindo da sua mortalidade, pretendendo andar humildemente com o Grande Arquiteto do Universo, procurando olhar para dentro de si mesmo, se conhecendo, e buscando logosoficamente a verdadeira felicidade.

17 Agosto, 2009

Mas Quando ????

"Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos. Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer. Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor. Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso. Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa." (Mário Quintana)

11 Agosto, 2009

ECOLOGIA SOCIAL EM FACE DA POBREZA E DA EXCLUSÃO

Hoje se fala das muitas crises sob as quais padecemos: crise econômica, energética, social, educacional, moral, ecológica e espiritual. Se olharmos bem, verificamos que, na verdade, em todas elas se encontra a crise fundamental: a crise do tipo de civilização que criamos a partir dos últimos 400 anos. Essa crise é global porque esse tipo de civilização se difundiu ou foi imposto praticamente ao globo inteiro.
Qual é o primeiro sinal visível que caracteriza esse tipo de civilização? É que ela produz sempre pobreza e miséria de um lado e riqueza e acumulação do outro. Esse fenômeno se nota em nível mundial. Há poucos países ricos e muitos países pobres.
Nota-se principalmente no âmbito das nações: poucos estratos beneficiados com grande abundância de bens de vida (comida, meios de saúde, de moradia, de formação, de lazer) e grandes maiorias carentes do que é essencial e decente para a vida.
Mesmo nos países chamados industrializados do hemisfério norte, notamos bolsões de pobreza (terceiromundialização no primeiro mundo) como existem também setores opulentos no terceiro mundo (uma primeiromundizalização do terceiro mundo), no meio da miséria generalizada.
As críticas a seguir visam a denunciar as causas dessa situação.
Críticas ao modelo de sociedade atual e à ecologia
Há três linhas de crítica ao modelo de civilização e de sociedade atual, como foi sobejamente apontado por notáveis analistas.
A primeira é feita pelos movimentos de libertação dos oprimidos. Ela diz: o núcleo desta sociedade não está construído sobre a vida, o bem comum, a participação e a solidariedade entre os humanos. O seu eixo estruturador está na economia de corte capitalista. Ela é um conjunto de poderes e instrumentos de criação de riqueza e aqui vem a sua característica básica mediante a depredação da natureza e a exploração dos seres humanos.
A economia é a economia do crescimento ilimitado, no tempo mais rápido possível, com o mínimo de investimento e a máxima rentabilidade. Quem conseguir se manter nessa dinâmica e obedecer a essa lógica, acumulará e será rico, mesmo à custa de um permanente processo de exploração.
Portanto, a economia orienta-se por um ideal de desenvolvimento material que melhor chamaríamos, simplesmente, de crescimento, que se coloca entre dois infinitos (...): o dos recursos naturais pressupostamente ilimitados e o do futuro indefinidamente aberto para frente.
Para este tipo de economia do crescimento, a natureza é degradada à condição de um simples conjunto de recursos naturais, ou matéria-prima, disponível aos interesses humanos particulares. Os trabalhadores são considerados como recursos humanos ou, pior ainda, material humano, em função de uma meta de produção.
Como se depreende, a visão é instrumental e mecanicista: pessoas, animais, plantas, minerais, enfim, todos os seres perdem os seus valores intrínsecos e sua autonomia relativa. São reduzidos a meros meios para um fim fixado subjetivamente pelo ser humano, que se considera o centro e o rei do universo.
Leonardo Boff (Santa Catarina, 14 de dezembro de 1938, Filosofo e Teólogo), Ética da Vida, Ed. Vozes.

23 Janeiro, 2009

O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos

Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio... você começará a perder a noção do tempo. Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea. Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr-do-sol. Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar: nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho. Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia. Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade. Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e, portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo. É quando você se sente mais vivo. Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e 'apagando' as experiências duplicadas. Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente. Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo. Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo. Como acontece? Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); o cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência). Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa... São apagados de sua noção de passagem do tempo... Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida. Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir: as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo. Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década. Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a... r-o-t-i-n-a. Não me entenda mal. A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos. Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque). Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos. Mude de paisagem, tire férias com a família sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte e marque com fotos, cartões postais e cartas. Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia). Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais. Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo. Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente. Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes. Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes. Seja diferente. Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos.. . em outras palavras... V-I-V-A. Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo. E se tiver a sorte de estar casado (a) com alguém disposto (a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o... do que a maioria dos livros da vida que existem por aí. Cerque-se de amigos. Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes. Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.'

02 Janeiro, 2009

Uma vez perguntaram ao Dalay Lama

"O que mais o surpreende na humanidade?"
E ele respondeu:
"Os homens que perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde.
Por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente, de tal forma, que acabam por nem viver no presente nem no futuro. Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido . . ."

OS MANDAMENTOS DO PROGRESSO

1 - Não criarás a prosperidade se não estimulares a poupança.
2 - Não fortalecerá os fracos se enfraqueceres os fortes.
3 - Não ajudará os assalariados se arruinares aquele que o paga.
4 - Não estimularás a fraternidade humana se alimentares o ódio de classes.
5 - Não ajudarás os pobres se eliminares os ricos.
6 - Não poderá criar estabilidade permanente baseado em dinheiro emprestado.
7 - Não evitarás dificuldades se gastares mais do que ganha.
8 - Não fortalecerás a dignidade humana se subtraíres ao homem a iniciativa e a liberdade.
9 - Não poderás ajudar aos homens de maneira permanente se fizeres por eles aquilo que eles podem e devem fazer por si próprios.

Abraão Lincoln

30 Dezembro, 2008

A LIBERDADE


O conceito de liberdade para o ser humano é bastante peculiar, visto que cada um imagina para si uma situação diferente quando se menciona esta palavra. Muitas pessoas consideram que ser livre é, por exemplo, ficar milionário e poder escapar para sempre da escravidão do trabalho.Outros sonham com a possibilidade de sair de um relacionamento sufocante, onde pouco espaço lhes sobra para expressar sua verdadeira natureza. Alguns desejariam ser livres do controle dos pais e levar uma vida sem qualquer forma de limites. Para os prisioneiros, livrar-se do encarceramento é a única expressão da palavra liberdade verdadeiramente real.Entretanto, o mais profundo conceito de liberdade é aquele que diz respeito à liberdade de ser. Para se tornar verdadeiramente livre, o ser humano precisa cortar as amarras, todas elas simbólicas, que o aprisionam e impedem de viver em plenitude.Crenças, ideologias, medos e emoções reprimidas são tão ou mais aprisionadoras que as grades de uma cela. Enquanto não adquirimos esta consciência, vivenciamos um estado de ansiedade e desespero que se parece em muito com uma prisão, onde somos nossos próprios carcereiros. Libertar nosso eu dessa condição de sofrimento exige uma única atitude, a observação atenta de nosso mundo interior, dos pensamentos que predominam em nossa mente e das emoções dolorosas que carregamos como um fardo ao longo da vida.Para vivenciar o seu coeficiente máximo de liberdade, procure, a cada dia, agir em sintonia com os anseios de seu coração. Sempre que você vivenciar uma situação em que se sinta plenamente vivo, vibrante e cheio de alegria, com um entusiasmo que parece não caber dentro de si, pode estar certo de que está experimentando o verdadeiro sabor da liberdade. Deixe que esta energia transborde de você para o mundo, expresse-a em sua plenitude e você não somente será feliz, como espalhará esta luz ao seu redor.... Nós devemos aprender a transformar nossas energias de modo que elas não sejam reprimidas, de modo que elas sejam expressas em forma de amor, de riso, de alegria. ... Esqueça todas as suas crenças, comece a meditar em busca de encontrar quem você é exatamente, porque encontrando a si mesmo, você terá encontrado a própria essência da existência. Ela é imortal e eterna, e são inexprimíveis a felicidade e a bênção daqueles que a encontraram. ... Nós precisamos de mais pessoas alegres ao redor da terra para impedir a terceira guerra mundial... Você pode não ser capaz de descobrir imediatamente que conexão pode existir entre armas nucleares e pessoas risonhas - mas ela existe. Essas armas nucleares e essas máquinas de guerra destrutivas não conseguem funcionar sozinhas. Elas estão sendo manuseadas por seres humanos, por trás delas existem mãos humanas.Uma mão que conhece a beleza de uma rosa não pode soltar uma bomba em Hiroshima. Uma mão que conhece a beleza do amor não é a mão que aperta um gatilho carregado de morte. Basta um pouco de contemplação e você compreenderá o que estou dizendo. Eu estou dizendo, espalhe o riso, espalhe o amor, espalhe valores de uma vida afirmativa, faça crescer mais flores ao redor da terra. ...Se nós pudermos fazer a humanidade mais feliz, não haverá qualquer terceira guerra mundial...”

01 Novembro, 2008






07 Fevereiro, 2008

NAVEGANDO NA HISTÓRIA

A HISTÓRIA DO CABO DE SANTO AGOSTINHO
A história do Cabo de Santo Agostinho se inicia bem antes da chegada dos portugueses ao Brasil. Assim como boa parte do território brasileiro, o Cabo era povoado por indígenas da etnia caeté.
As primeiras povoações chamadas de Arraial do Cabo surgiram na segunda metade do século XVI. Formado pelas Igrejas Matriz de Sto Antônio, de Sto Amaro, Nossa Senhora do Livramento e antiga Capela do Rosário dos Pretos (hoje Praça Théo Silva), e casario escasso representado por antigos prédios nas ruas da Matriz (Rua Vigário João Batista) e Dr. Antonio de Souza Leão.
As fachadas são protegidas por lei municipal, porém, a maioria encontra-se descaracterizadas.
Em 1560 João Paes Barreto já instituía o Morgado de Nossa Senhora da Madre de Deus do Cabo de Sto Agostinho, vinculando o Engenho Madre de Deus, depois chamado de Engenho Velho. A escritura foi redigida em 28 de outubro de 1580.
Segundo afirma Sebastião de Vasconcelos Galvão, autor do Dicionário Iconográfico, Histórico e Estatístico de Pernambuco, o povoamento sede do Município vem de 1618; antes dessa data compunha-se de algumas casas esparsas, distantes uma das outras.
Transcorridos mais de duzentos anos de ter sido a Povoação de Sto Agostinho elevada à predicação de Paróquia é que foi criada a Vila do Cabo de Sto Agostinho, por força do alvará de 27 de julho de 1811 e Provisão Régia de 15 de fevereiro de 1812, enviada ao então governador da Província, o General Caetano Pinto de Miranda Montenegro.
Sua instalação, no entanto, ocorreu em 18 de fevereiro de 1812, pelo ouvidor e corregedor-geral da Comarca de Recife, o Doutor Clemente Ferreira de França. Foi elevada a categoria de cidade a então Vila do Cabo de Sto Agostinho em 9 de julho de 1877, pela lei provincial nº. 1.269, para a denominação de Cidade de Santo Agostinho do Cabo.
O Cabo teve sua economia centrada no desenvolvimento da monocultura da cana-de-açúcar, a partir de 1570, com a doação de sesmarias ao longo do Rio Pirapama. Tendo João Paes ocupado as terras a ele concedida em 1571, ao sul do Rio Araçuagipe (Pirapama), funda o primeiro engenho bangüê que denominou Madre de Deus (hoje, Engenho Velho), o mais antigo centro açucareiro da Região. Mais tarde, com a criação de novos engenhos, o Cabo passa a representar o poderio econômico de Província de Pernambuco, época em que a cana-de-açúcar representava a força de crescimento do país.

21 Novembro, 2007

COMO ORIENTAM OS MBAs

OS DEZ MANDAMENTOS DA MODERNA ADMINISTRAÇÃO

1- Abominarás o nepotismo e o compadrio. Formarás tua equipe de governo com melhores homens e mulheres de tua cidade: íntegros, trabalhadores e bem preparados.

2- Em cada programa, em cada ação de governo, te perguntarás como ampliar a participação popular na gestão e nas decisões públicas.

3- Serás obcecado pelo zelo e pela honestidade e transparência em cada ação governamental.

4- Obedecerás as prioridades essenciais da população e da cidade. Verás que sempre haverá recursos para estas prioridades. Jamais comprarás elefantes de louça, Mesmo que pela metade do preço.

5- Cuidarás, acima de tudo, da vida dos moradores do teu Município e na formação dos seus recursos humanos. Entre suas prioridades máximas estarão sempre a educação e a saúde.

6- Usarás sempre da franqueza e da sinceridade. É melhor dizer não e
explicar porque, do que prometer e não cumprir.

7- Não descuidarás da comunicação, não basta fazer as coisas direito. Todos deverão saber que elas estão sendo bem feitas.

8- Nos primeiros 4 meses farás um plano quadrienal para o Município. Nos 4 meses subseqüentes este plano será conhecido e debatido pela população. Nos 4 meses seguintes votados pela Câmara Municipal.
Lembre-te sempre que o navegante que não planeja como chegar ao porto distante naufragará no meio do caminho.

9- Abominarás a atitude de pedir com o pires na mão aos governo Estadual e Federal. Repudiarás também as trocas fisiológicas. Teus pleitos serão bem fundamentados e apoiados pela imprensa e os cidadãos do teu Município.

10- Terás sempre presente que o dinheiro vai embora quando menos se espera. Repudiarás o déficit fiscal e não endividarás irresponsavelmente teu Município. Serás pão-duro com o dinheiro público.

18 Novembro, 2007

A FAMÍLIA E AS DROGAS

Muitos pais, ao se perguntarem por que seus filhos se drogam, não notam que a procura da resposta tende a incluí-los. É comum, em famílias com estrutura geradora de patologias, que o fenômeno não seja percebido com facilidade. É necessário, muitas vezes, que o quadro se agrave para que os outros participantes do grupo familiar se dêem conta de sua inclusão na problemática. Em muitos grupos, e na grande maioria no de adolescentes, experimentam-se drogas, sem, entretanto, evoluírem para uma toxicomania. Até porque, nessa etapa da vida, as pressões do grupo e a necessidade de contestação sistemática como uma prática de liberdade levam rapazes e moças a experimentarem drogas. Isto não quer dizer que todos se tornarão dependentes, ou que venham de famílias, como diz Kalina, pré-aditivas.Na origem de qualquer drogação, estão a falta de amor e o abandono – a verdadeira origem dessa grave patologia. A utilização da droga, seja de qual espécie for, é sempre um sintoma que denuncia um grave comprometimento com a possibilidade de se lidar com a frustração. O acúmulo de frustrações, as quais desde a mais tenra infância atormentam uma pessoa, a leva a uma total intolerância com o seu viver, com o seu dia-a-dia. Essa vida insuportável é aliviada através da utilização de uma droga, possivelmente como vê ou via seus pais fazerem, muitas vezes de forma socialmente bem aceita, através de um Lexotan, um Rohipnol, um Whisky para relaxar. Ou seja, o efeito psicológico desejado é sempre o de um anestésico para a angústia, mesmo que o efeito físico-químico seja diverso. É comum que anúncios de bebidas e cigarros venham sempre associados a sucesso, dinheiro, felicidade no amor, através de belos homens ou mulheres. É a vida de sucesso, de felicidade plena, ou seja: sem frustrações – o ideal maníaco da felicidade eterna e ininterrupta! Contudo essa não é a forma como o ser humano vive: a angústia irrompe e com ela temos que nos haver – nem todos suportam isso, daí os anestésicos sob a forma do uso continuado de drogas, as mais diferentes. O adolescente é presa fácil desse tipo de apelo: ele também quer ter sucesso, aparecer como importante e crescido. São, contudo, as drogas ditas oficiais as que, na verdade, mais trazem problemas de internações no âmbito da saúde pública: o cigarro, na área de pneumologia, e a bebida, na saúde mental. Normalmente o adolescente começa bebendo, e os pais achando graça do porre do filho – já é homem, pode beber! Contudo, se fumar maconha, escandaliza a todos.Em muitas casas, em vez de biblioteca na sala, encontramos o bar, ou o bar como altar, onde se fomenta uma cultura do álcool – uma idolatria muitas vezes de funestas conseqüências. É extremamente corriqueiro e até de bom tom oferecer-se uma bebida, quase sempre alcoólica, para a visita que chega. A pergunta é feita, de preferência no diminutivo – quer uma cervejinha, um whiskyzinho, uma batidinha? –, forma que se usa para negar o conteúdo perigoso do álcool. Apesar de sabermos que comer e beber em conjunto sempre foi uma forma que os seres humanos utilizaram para reforçar os laços sociais e religiosos, é necessário também lembrar que, em certas condições, isso pode se tornar uma prática de finalidade oposta, ou seja, não de reforçar, mas de cortar os laços. Grupos de usuários geralmente mantêm-se fechados, inclusive procurando evitar a saída de qualquer membro, devido à intensa inveja que essa saída produz. Os laços com os de fora, com os caretas, não são desejáveis, até porque o grupo se fecha em torno de um discurso extremamente pobre, no qual a temática da droga e seus efeitos é preponderante.(Luiz Alberto Pinheiro de Freitas. Adolescência, Família e Drogas. P. 42-4)

05 Outubro, 2007

IMPACTO SOCIAL DA REFINARIA

Qualificação, exclusão social e a refinaria Otavio Moraes - Presidente do Grupo CEDEPE. A instalação da refinaria em nosso estado nos remete a reflexões sobre qualificação profissional, exclusão social, estudos sobre o impacto desse empreendimento e as maneiras de agir diante da nova realidade para obter vantagens. Temos excelentes escolas, mas ainda exportamos mão-de-obra em pequena quantidade. Há casos de pernambucanos que superaram desafios e estão dirigindo organizações em outros estados e países. Porém, de restaurantes às multinacionais, nota-se uma importação de mão-de-obra em grande quantidade, de certa forma predatória e com graves conseqüências em nosso meio social. Esta importação é cara, gera aumento de preços ou diminuição no lucro e tira da comunidade pernambucana as oportunidades de emprego, gerando a absorção da população em subempregos, na informalidade ou na marginalidade. Um empreendedor gaúcho, que abriu uma churrascaria em nossa capital, falou-me que, dentre dez funcionários, sete tiveram que ser "importados". Em seu negócio, ele ainda levou mais de um ano para qualificar novos funcionários. Outro executivo passou mais de quatro meses de recrutamento até conseguir preencher três vagas de gerente comercial para sua indústria. Observamos aqui um tipo de desemprego causado por falta de qualificação. Algumas vagas, muitos desempregados e uma excessiva falta de qualificação profissional. Sobre quem recai a responsabilidade sobre a educação? A família ainda tem a maior parcela dessa responsabilidade em conjunto com o governo, cuja função é gerir com competência esta variável de imenso impacto socioeconômico e político-cultural. A outra parte desta responsabilidade cai sobre as empresas e ainda uma outra cai sobre o indivíduo, que subtrai de seu orçamento valores alocados para lazer e saúde a fim de conseguir aumentar o seu nível de empregabilidade com cursos de qualificação. Qual futuro podemos projetar para famílias com recursos escassos, governos com pouca eficácia na gestão educacional, empresas com cortes nas verbas de treinamento, indivíduos que não investem na sua própria educação? Eles preferem gastar em barzinhos e em lazer a estudar ou ainda preferem filar e matar aulas a estudar a sério. Sem contar no futuro de algumas escolas com professores mal preparados, formando diplomados incompetentes e alunos de ensino médio que mal sabem escrever. Em nosso projeto de vida para 2006, devemos inserir alguns itens que possam contribuir para o nosso desenvolvimento. Gestores de educação devem melhorar seus programas de ensino, tornando-os mais eficazes e pragmáticos; professores devem estudar um pouco mais sobre o que ensinam e ensinar melhor; políticos devem melhorar a política de ensino, tornando-a mais profissionalizante; empresários devem aumentar a verba de treinamento; estudantes devem investir mais na qualificação e dedicar-se com mais afinco ao estudo. De minha parte, estou proferindo palestras sobre o tema e agi buscando o apoio de renomados professores e de consultorias. Minha idéia é inserir em nosso núcleo de pesquisa um estudo envolvendo a temática deste artigo,pois acredito que somente a educação pode mudar o nosso futuro!

31 Agosto, 2007

COMO CONTROLAR SEU DIABETES

- ESTEJA SEMPRE ATENTO A SUA GLICEMIA - com os métodos atuais pode-se medir os níveis de açúcar a qualquer hora, e sabendo como está seu diabetes você pode controlar sua alimentação e atividade física.
- ATENÇÃO A ALIMENTAÇÃO - Fracione sua alimentação durante o dia, pode-se comer de tudo, desde que na quantidade certa e nos horários recomendados pelo nutricionista ou médico, só é proibido açúcar (branco ou mascavo), mel, refrigerantes e doces. Deve-se tomar cuidado com o consumo de gorduras, frituras, carnes gordas, pois contribuem para o excesso de peso e aumento do colesterol, o cardápio deve ser bem variado, para não ficar monótono e aproveitar-se todos os nutrientes; deve ser rica em fibras, pois elas diminuem o esvaziamento do estômago e dificulta a absorção da glicose; a bebida alcoólica também deve ser evitada, pois além de aumentar o peso pode interagir com os hipoglicemiantes.
- ATIIVIDADE FÍSICA DIÁRIA - Ela deve ser moderada e tornar-se um hábito; deve ter orientação médica; as mais indicadas são a caminhada, bicicleta, natação, hidroginástica; reduzem ou mantém o peso, previnem contra doenças cardiovasculares.
- RELAXAMENTO - Encontre tempo para um relaxamento ou se dedicar a algum hobby, pois ele afastam o stress, uma das causas do diabetes.
- CUIDADO COM PERNAS E PÉ - Como o diabético tem uma menor circulação, os membros inferiores passam a ficar muito sensíveis, fazendo com que qualquer ferimento ou contusão vire uma infecção podendo a ter proporções mais graves.
COMPLICAÇÃO DA DIABETES QUANDO NÃO CONTROLADA
INFARTO DO MIOCÁRDIO, DERRAME CEREBRAL, CEGUEIRA, IMPOTÊNCIA, NEFROPATIA, ÚLCERAS NAS PERNAS, AMPUTAÇÕES DOS MEMBROS

TRATAMENTO
Métodos de tratamento médico para diabetes são usados em conjunto com uma Dieta específica.
Nos casos de diabetes mais suaves, ela pode ser regulada somente com Dieta.
Nos casos mais severos, regula-se com Dieta acompanhada por medicamento via oral (hipoglicemiantes) ou insulina.
Exercícios é um fator muito importante do tratamento de diabetes, principalmente a caminhada, em local plano, sem peso nos braços.

27 Julho, 2007

PENSAMENTO SUPER ATUAL DE RUI BARBOSA

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.” (Ruy Barbosa em Oração dos moços)

24 Julho, 2007

GESTÃO EMPRESARIAL

"A vida é mais simples do que a gente pensa; basta aceitar o impossível, dispensar o indispensável e suportar o intolerável." (Kathleen Norris)

OS SETE SINAIS DE UM EMPREENDEDOR

1. Você vem de uma linhagem de pessoas que não conseguem trabalhar para terceiros. Não falo isso em tom pejorativo. As pessoas bem-sucedidas com seus próprios negócios costumam ter pais que trabalhavam por conta própria. Em geral, é mais fácil conseguir um emprego em uma empresa do que começar seu próprio negócio; as pessoas que começam por conta própria costumam ter o exemplo direto do pai ou da mãe como referência.
2. Você é um empregado relapso. As pessoas que começam seu próprio negócio costumam ter sido demitidas ou ter saído de mais de um emprego. Isso não significa ser dispensado por falta de trabalho ou transferido de um emprego para outro com melhor salário — você foi convidado a sair ou saiu antes de ser demitido. Imagine isso como o mercado lhe informando que a única pessoa que pode motivá-lo e gerenciá-lo com eficácia é você mesmo.
3. Você vê mais de uma definição de "segurança profissional". Tenho profunda inveja das poucas pessoas que conheço que permaneceram com o mesmo empregador por 25 ou 30 anos. Parecem ter uma vida incrivelmente estável. Mas quantas pessoas que você conhece são capazes de permanecer em uma empresa por tanto tempo? Em uma economia em constante transformação, a segurança no emprego pode ser assustadoramente fugaz.
4. Você já avançou tudo que podia ou não vai chegar a lugar nenhum. Certas vezes, a motivação para iniciar um novo empreendimento advém de chegar ao topo de uma certa hierarquia, olhar para os lados e se perguntar: "E agora, para onde ir?" O sucesso rápido pode ser uma maravilha, mas a aposentadoria precoce pode, certas vezes, abater totalmente pessoas muito energéticas e motivadas.
5. Você já fez uma pesquisa de mercado. Nem fale comigo sobre sua brilhante idéia comercial se não tiver feito uma pausa para observar se há mercado para seu produto ou serviço. Conforme muita gente por trás de vários empreendimentos virtuais fracassados poderá lhe contar, "legal" não chega a ser o melhor sinônimo de "rentável". Nem pense em montar algo sem antes vislumbrar boas chances de atrair clientes.
6. Você tem o apoio da família. Iniciar um negócio é estressante, mesmo nas melhores circunstâncias. Tentar fazer isso sem o apoio do cônjuge ou de outros familiares significativos ou amigos seria, provavelmente, intolerável.
7. Você sabe que não pode fazer isso sozinho. Você pode ser o máximo como promotor de negócios. Ou talvez adore administrar as finanças da empresa. Você pode ser o tipo que inicia um negócio por ter o dom ou o conhecimento técnico exclusivo de criar um produto.
Qualquer das opções acima é possível, mas é improvável que você seja bom em todos as tarefas — ou em tudo que é preciso para tocar um negócio. Pode esquecer esse papo de "lobo solitário". Por mais que você seja adepto do "faça você mesmo", em algum momento vai precisar da ajuda de alguém.